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Há um limite para a aflição. Deus a
envia, e a remove. Nós suspiramos e dizemos:
"Quando irá acabar?"
Esperemos em silêncio e estejamos pacientes na vontade do
Senhor, até que ele venha. Nosso Pai retira a vara quando
está completo o seu propósito em
usá-la.
Se a aflição é enviada para nos
provar, para que as nossas virtudes glorifiquem a Deus, ela
terminará quando o Senhor nos tiver levado a
glorificá-lo. E por certo não desejaremos que a
aflição se vá, enquanto Deus
não tiver obtido de nós toda a honra que possamos
lhe dar. Hoje poderá haver "grande bonança".
Pois não é verdade que a
fúria das ondas pode a qualquer momento dar lugar
à calma, com aves marinhas pousando gentilmente sobre as
águas?
Após longa tribulação, o instrumento
de malhar é dependurado e o trigo descansa no celeiro.
Assim como estamos tristes agora, pode ser que daqui a algumas horas
estejamos muito felizes.
Não é difícil para o Senhor tornar a
noite em dia. Aquele que envia as nuvens pode com igual facilidade
limpar o céu.
Tenhamos bom ânimo. O futuro que nos aguarda é
melhor. Tenhamos paciência no sofrimento. Os resultados
serão mais do que compensadores, quando virmos como as
provações produziram glória de valor
eterno e excelente.
Receber uma palavra de louvor da parte de Deus; ser honrado diante dos
anjos; ser glorificado em Cristo, refletindo nele a glória
que é dele - ah! Isso será mais do que
compensador.

 
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